Ciência dos relacionamentos

Assim como na questão do sono, casais são mais felizes quando seu estilo de beber é parecido. 
Para as mulheres que bebem, ter um parceiro que não acompanha nos drinks gera uma grande insatisfação especialmente intensa com o relacionamento em geral. Não é a quantidade e, sim, a vontade e a capacidade de beber que precisam ser parecidas para os dois.
Sendo assim, as estatísticas, novamente, não estão a favor do romance de Renato Russo. Um estudo da Universidade Emory mostra que a chance de divórcio aumenta quanto maior for a diferença de idade do casal. Ela cresce 3% com um ano de diferença, 18% para 5 anos, 39% para 10 anos e assim progressivamente. Quando a mulher é mais velha que o homem, os números são ainda mais radicais — se a diferença for de 5 anos para cima, o risco de divórcio triplica.
. Um estudo da Universidade do Kansas e do Wellesley College mostrou que as relações que duram mais e têm mais intimidade são aquelas nas quais hábitos, gostos e traços de personalidade são parecidos.
Uma obra ou reforma é um estresse tão grande que, mesmo entre os casais mais felizes, 12% considera o divórcio só por causa disso — não interessa se a culpa é do arquiteto, do empreiteiro ou da decoração.

O fator filhos é um outro ponto polêmico na ciência dos relacionamentos, com vários grandes estudos mostrando que casais sem filhos tendem a ser mais satisfeitos com a sua vida amorosa, apesar das mães estarem entre as pessoas mais felizes individualmente.
os casais com filhos gêmeos têm chance de divórcio ainda maior do que aqueles que têm um filho só. 


https://super.abril.com.br/comportamento/por-que-eduardo-e-monica-nao-teriam-dado-certo-segundo-a-ciencia/

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